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Fazer Teatro é questionar e ser questionado. É incomodar e ser incomodado. É vislumbrar potencialidades e prosseguir na busca de outros caminhos. Nenhuma transformação ocorre se não há a disposição de propô-la. Ainda que leve anos para construir algo é preciso que esse movimento aconteça. A inércia nos paralisa e prejudica a produção.
É preciso ser agente! É preciso fazer teatro!

Sobre

Epifania

Significa uma súbita sensação de realização ou compreensão da essência ou do significado de algo.

Sobre

A Epifania Companhia de Teatro surgiu da vontade imperiosa de fazer teatro, por artistas que se uniram para colocar em prática sua pesquisa vertical a partir do teatro contemporâneo.
A Cia. estreou com o espetáculo “Fragmentos Tchekhov”, em 10 de Abril de 2010. A seguir , vieram os espetáculos: “Solidão a dois – Fragmentos”; “IRIS – Sentir para poder ver”; além de intervenções, cursos, oficinas e participações em eventos e festivais.
Sua produção mais recente é a encenação “Das Dores – Suíte Strindberg”.

 

Premiações

Em 2015, a Cia. foi indicada nas categorias de “Melhor Cenário”, “Melhor Texto”, “Melhor Atriz Coadjuvante” no XIV-FECT da cidade de Osasco e recebeu o prêmio de “Melhor Segundo Espetáculo” para a Cena “No Cantinho com Você”.

Em 2016 participou do II Festival Curta Teatral Taperá da cidade de Salto, no qual foi indicada nas categorias de “Melhor Texto” e “Melhor Atriz” e recebeu os prêmios de “Melhor Conjunto de Atrizes”, “Melhor Atriz Coadjuvante” e “Melhor Direção”.

Espetáculos

Ficha Técnica

ADAPTAÇÃO & DIREÇÃO: Samir Signeu

ELENCO: Amanda Leones, Carla Dias e Luana Costa

PRODUÇÃO: Amanda Leones & Luana Costa

CENOGRAFIA & FIGURINO: Márcia Pires

ILUMINAÇÃO: Jamil Dias

CENOTÉCNICO: Adriano Dlugosz

TÉCNICO: Renato Hermeto

FOTOGRAFIA: Birgit Schrader & Francisco Reyes V.

Serviços
Classificação: 12 anos
Duração: 70 minutos

Das Dores – Suíte Strindberg

Com patrocínio dos Correios, “Das Dores – Suíte Strindberg” é uma encenação e adaptação de Samir Signeu, a partir do entrelaçamento e tessitura de alguns dos textos dramatúrgicos do autor sueco August Strindberg; com a Epifania Cia. De Teatro. O trabalho privilegia a fragmentação enquanto forma e evidencia a sensibilidade feminina em situações de extremo apelo emocional.

Cenas de obras como ‘Senhorita Julia’, ‘A Mais Forte’, ‘O Pai’, ‘O Sonho’ e ‘O Pelicano’ são apresentadas numa estrutura fracionada, com cenas independentes, onde só a mulher tem voz. É estabelecido um diálogo provocativo, verborrágico, em um texto híbrido, que visa problematizar a questão da fragmentação do pensamento contemporâneo, em circunstâncias que dialogam com o cotidiano, na sua diversidade de aspectos e, principalmente, com um olhar mais agudo sobre o universo feminino.

Em cena a Mulher, com suas dores, dilaceramentos e força diante do amor, da sociedade, do trabalho, da família e da sua própria identidade.

A essencialidade e o corpo cênico inspirado no trabalho coreográfico da belga Anne Teresa Keersmaeker; naquilo que há de dissonância, fragmentação e convergências e pensando o teatro como possibilidade de reescritura poética, desnudamento e revelação da condição feminina, integram a pesquisa da Cia. neste novo processo.

A Epifania Cia. de Teatro, na sua quarta montagem teatral, tem como escopo, além de divertir, gerar debate e diálogo com a sociedade sobre tema tão atual e pertinente. Assim, espera-se que com essa produção, a Cia. possa contribuir para a divulgação e desdobramentos dessa temática, além de dar voz à mulher em todos os seus enfrentamentos.

Espetáculos

Ficha Técnica

ADAPTAÇÃO / DIREÇÃO:
Samir Signeu, de trechos da obra de Anton Tchekhov, principalmente de “As Três Irmãs”.

ELENCO:
Adriano Dlugosz
Amanda Leones
Andressa Bodê
Luana Costa
Márcia Funabashi
Simone Carvalho

PRODUÇÃO:
Amanda Leones e Luana Costa

PROGRAMADOR VISUAL:
Márcia Funabashi

FOTOGRAFIA:
Brigit Schrader e Francisco Reyes V.

 

APOIO TÉCNICO:
Evandro Pires

Fragmentos Tchekhov

Fragmentos Tchekhov é uma montagem experimental, que reúne a estética de Bertolt Brecht (teatro épico) e a técnica de Jerzy Grotowski (teatro pobre), trabalhadas sobre partes da obra de Anton Tchekhov, principalmente da peça “As Três Irmãs”.

A proposta dramatúrgica do espetáculo apresenta como tema central uma discussão sobre a relação familiar, presente no texto de Tchekhov, escrito no século passado; porém com fortes características da atualidade. Tchekhov questiona a inércia e a falta de energia das pessoas na tomada de decisões, e passado um século ainda é muito comum encontrarmos essas mesmas relações. Para melhor proporcionar essa reflexão foram selecionadas, da peça “As três Irmãs”, as personagens que constituem a família; que são: as irmãs Olga, Macha e Irina, o irmão Andrei e sua esposa Natacha. Olga Knipper, atriz e esposa de Anton Tchekhov na vida real, também integra o quadro das personagens e costura a relação/reflexão sobre realidade e ficção, evidenciando essa temática tão próxima da nossa realidade.

A encenação dialoga com notícias cotidianas selecionadas, de modo aleatório, em jornais, revistas, noticiários; algumas muito recentes, outras pouco comentadas. Dessa forma, a realidade mais uma vez para o palco. Há, ainda, o depoimento dos próprios atores, no sentido de evidenciar seis pontos de vista sobre o tema central.

A Cia. Epifania trabalhou através de fragmentos para construir este espetáculo, que é um mosaico de possibilidades e questionamento, que possibilitará ao público a oportunidade de vislumbrar o comum e cotidiano sobre um outro prisma.

Espetáculos

Ficha Técnica

ADAPTAÇÃO / DIREÇÃO:
Samir Signeu

ELENCO:
Adriano Dlugosz, Amanda Leones, Andressa Brasil, Luana Costa, Márcia Funabashi e Simone Carvalho.

STAND IN:
Fabíola Dutkiev

ILUMINAÇÃO:
Jamil Dias

PREPARAÇÃO VOCAL:
Luana Curti

PREPARAÇÃO CORPORAL:
Majú Minervino

PRODUÇÃO:
Amanda Leones

PROGRAMADOR VISUAL:
Márcia Funabashi

FOTOGRAFIA:
Birgit Schrader e Francisco Reyes V.

 

PROJETO AUDIOVISUAL

DIREÇÃO/PRODUÇÃO:
Samir Signeu

CAPTAÇÃO DE IMAGENS:
Ricardo Espindola

EDIÇÃO:
Márcia Funabashi

Solidão a Dois

“Solidão a dois – Fragmentos” é a segunda montagem da Trilogia estreada em 2010, com o espetáculo Fragmentos Tchekhov. Reúne em sua encenação variadas linguagens, como as artes plásticas, o audiovisual, a dança e a literatura, e tem em sua pesquisa a reação ao trabalho de renomados artistas.

Assim, tendo o homem solitário como ponto de partida, a Companhia utilizou da inspirada obra do artista plástico norte-americano Edward Hopper, retratista da angústia e do vazio humano; das instalações do artista franco-judeu Christian Boltanski, que em sua obra procura enfatizar o anônimo, a memória, a identidade e a perda; e da utilização de trechos da obra do romancista russo Fiódor Dostoievski, que coloca em evidência conflitos existencialistas e interpessoais em obras caracterizadas por cenas febris e dramáticas.

A aproximação com as obras destes artistas e das diferentes linguagens de artes em cena possibilitou ao espetáculo evidenciar o homem contemporâneo, que apesar da globalização e das inúmeras ferramentas de comunicação, ainda se sente perdido na multidão.

Permeado por um sentido conotativo, o espetáculo carrega características do teatro contemporâneo (pós-dramático), sendo sua estrutura narrativa fragmentada e encenada sob uma ótica performática, na qual a palavra não é apenas o foco, mas também forma. Estruturado com cenas mudas e monólogos, o espetáculo busca proporcionar a “inclusão” dos espectadores, de modo que eles não estejam perante a uma obra, mas sintam-se, de alguma forma, parte dela.

 

Sinopse

“Solidão a Dois – Fragmentos” é uma obra viva repleta de possibilidades, beleza e contemporaneidade. Do retrato à cena, do clássico à atualidade, da troca à evolução. Um espetáculo rico em detalhes e simbologia, que nos convida à reflexão sobre o medo mais comum do ser humano, o de sentir-se só.
O espetáculo tem como ponto de partida a inspirada obra do artista plástico Edward Hopper e dialoga com a obra de Fiódor Dostoievski, em uma investigação teatral baseada na desconstrução. Sem troca de figurino e cenário, a peça se desenvolve por meio da reunião de fragmentos, como em um quebra-cabeça convidando o espectador a presenciar diferentes aspectos da solidão.

Espetáculos

Ficha Técnica

ADAPTAÇÃO / DIREÇÃO:
Samir Signeu

ELENCO:
Adriano Dlugosz, Amanda Leones, Luana Costa, e Samir Signeu.

CENOGRAFIA:
Adriano Dlugosz

PRODUÇÃO:
Amanda Leones

PROGRAMADOR VISUAL:
Márcia Funabashi

APOIO TÉCNICO:
Andressa Bodê e Evandro Pires

Íris

O espetáculo é fruto de uma pesquisa da Epifania Companhia de Teatro sobre os cinco sentidos – visão, olfato, paladar, tato e audição, e em como a perda de um deles, por exemplo, o da visão, pode culminar na qualificação dos demais sentidos. Sentidos esses tão necessários e vitais para a vida em sociedade, mas também para o aperfeiçoamento da prática do profissional das artes cênicas e seus principais pontos de articulação com a problemática do indivíduo, sua organicidade e coerência no contexto da socialização.

O espetáculo surgiu em 2012 a partir de um convite para uma participação em um evento beneficente cujo tema era a deficiência visual. A Cia. desenvolveu então uma intervenção de teatro-dança inspirada nas necessidades e dificuldades de um deficiente, procurando trazer à tona a relação tênue entre indivíduo e sociedade, entre inclusão e exclusão. E a partir desta intervenção, surgiu o espetáculo “ÍRIS”, no qual a Cia. procura trazer, também, para um primeiro plano o olhar sobre o processo intelectivo e psicológico do indivíduo/artista como fonte de criação e produção artística. Em cena estão as suas angustias, seus anseios, a sua inadequação social e o psicológico do homem, do artista.

No centro da discussão encontra-se não apenas o julgamento da necessidade de um olhar mais direcionado para o deficiente por parte dos órgãos governamentais e da população, mas uma preocupação da Epifania Companhia de Teatro em estabelecer uma intima relação entre arte e sociedade.

Sinopse

O teatro contemporâneo solicita dos seus artistas lidar com desafios; e a perda da visão, ou de outro sentido, não é simples. A reconquista da segurança e da autonomia é um processo delicado e necessário para que se dê continuidade às atividades diárias. Pensando nisso, a Epifania Cia. de Teatro trabalha com uma sequência de ações físicas que pesquisa a subtração da visão e a busca pela reconquista da confiança, e a realiza ao som da Sinfonia nº 1 de Gustav Mahler. Trata-se de uma apresentação de teatro-dança, e Café Müller, de Pina Bausch, é um dos espetáculos que inspiraram a Cia. no processo.

Multimídia

Fotos

 

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Revista

EntreAtos

A revista EntreAtos em sua primeira edição faz uma homenagem à Cia. Epifania, que em abril de 2013 completou 3 anos.

Na segunda edição, de 2015, a Cia. divulga sua pesquisa e perspectivas futuras.

Nas matérias você confere um pouco desta história e muito mais!

Agenda

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Amanda Leones 11 98612-9583
Luana Costa 11 99874-1078

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